3 e 4 de Maio de 2005

Home

Premiados
Fotos do Evento
Conclusões
Feedback/Reacções

Elevator Pitch

Conceito

Porquê?

Prémios 2004

Programa

Oradores

Inscrição

Blog

Patrocínios

Press

Local

Contactos

VCIT na imprensa

Apresentação

Presentation

VCIT 2004

VCIT 2003

VCIT 2002

VCIT 2001

 

 
  
VCIT na Imprensa

 

Entrevista - Revista Qualidade

1- Como caracteriza, actualmente, o sector do capital de risco nacional?

Apesar das medidas favoráveis que ao longo dos últimos dois anos têm vindo a ser adoptadas em prol do sector de capital de risco em Portugal, maxime um enquadramento jurídico e fiscal favorável à dinamização da actividade e a constituição de um Fundo de Sindicação de Capital de Risco que veio permitir alavancar a actividade dos operadores de capital de risco, o estado de maturidade deste sector em Portugal - e em geral na Península Ibérica – continua a registar índices de significativo atraso quando confrontado com outros países que integram o Mercado Europeu, ao nível do cumprimento de critérios determinantes para a ocorrência de investimento, tal como se poderá constatar através da análise do quadro a seguir apresentado.


2- Que desafios se colocam hoje a este sector?

Julgo que o principal desafio continua a colocar-se ao nível da criação de um ambiente saudável se quisermos que o crescimento aconteça! È isto, de resto, o que a própria natureza nos mostra com clareza. É certo que nós não fazemos as coisas crescerem na natureza, no entanto, podemos criar as condições adequadas para que o crescimento se dê.
Aliás, todo o percurso que a GESVENTURE tem vindo a desenvolver ao longo de 6 ano consecutivos de actividade, traduz-se num conjunto de acções e iniciativas concertadas (sendo o 5º Congresso Internacional de Capital de Risco um exemplo clarificador) com o principal intuito de contribuir para a criação de um ambiente favorável ao crescimento e à transmissão dos pressupostos essenciais que permitam desenvolver junto dos Empreendedores uma verdadeira cultura empreendedora, assente em relações de confiança, transparência e compromisso. Uma vez incutida esta cultura empreendedora - verdadeira essência do funcionamento de uma Industria de Capital de Risco eficaz - acredito que os Empreendedores passem a preocupar-se mais com as suas reais necessidades do que com as vontades. Um projecto a apresentar a um investidor deve acima de tudo ser realista. Os investidores não fazem favores a ninguém! Por isso, por mais que uma ideia seja atractiva, o investidor apenas vai preocupar-se em dar ao Projecto aquilo que ele realmente precisa para crescer e não aquilo que o Promotor quer. A vontade do empreendedor apenas poderá ser encarada como um simples ensejo, enquanto que a necessidade já é vista como uma legítima exigência cuja ocorrência pode ser determinante para o êxito do Projecto. E, nessa medida, o empreendedor tem de possuir a flexibilidade suficiente que lhe permita distinguir estas duas premissas, valorizando sempre a segunda em detrimento da primeira.
Tudo isto que tenho vindo a descrever até ao momento, embora não se assumam como grandes desafios para o sector na verdadeira acepção do termo, na medida em que não se podem quantificar como objectivos tangíveis ou metas quantificáveis, insurge-se, no entanto, como condições de sucesso, cuja verificação poderá contribuir para o aumento de projectos com boas equipas de gestão e, consequentemente, do número de operações a realizar pelas Sociedades de Capital de Risco.
Objectivamente, considero essencial a verificação das seguintes condições:
- Os operadores de capital de risco assumam uma cada vez maior transparência e regras de “Corporate Governance” de forma a que a citada informação não seja circunscrita aos próprios gestores das Sociedades de Capital de Risco e seus accionistas e passe a ser acessível ao nível dos Empreendedores, business angels, imprensa especializada, Universitários e Organismos Públicos. Aliás, a profunda evolução ocorrida nos mercados financeiros e tecnológicos e a consequente diminuição da rentabilidade do sector após a loucura dos finais da década de noventa, acrescido do interesse global em aumentar a transparência empresarial, assim o impõem;
- As Sociedade Gestoras de Fundos de Pensões e entidades Seguradoras passem a considerar, a exemplo do que ocorre nas economias anglo-saxonicas, que os investimentos no Capital de Risco nacional podem contribuir para o aumento da rentabilidade das suas carteiras, e deste modo sejam incitadas a afectar a estes investimentos montantes que contribuam para o aumento de liquidez e diversidade dos operadores de Capital de Risco;
- Seja criado um adequado enquadramento jurídico-fiscal - a exemplo do que está a ocorrer na generalidade dos países europeus – favorável à dinamização das redes de Business Angels, em função da importância que estes investidores informais assumem na transformação de empreendimentos inovadores em negócios bem sucedidos;
- Os grandes Grupos Económicos nacionais constituam um efeito demonstração na criação de entidades de Corporate Venture capazes de aumentar o nível de investimentos em projectos, assentes na Inovação e Criatividade, sendo estes comummente apresentados por jovens com elevada formação cientifica e tecnológica.


3- Na sua opinião o capital de risco pode conduzir à criação de novas empresas, dando um impulso importante aos Empreendedores, logo à economia portuguesa?

Afiguram-se claramente inegáveis os benefícios que a actividade de capital de risco em Portugal poderá reflectir em prol da criação de novas empresas e, bem assim, do crescimento de empresas start ups (conforme o demonstram os case studys internacionais sobejamente conhecidos por todos nós, tal como a Intel, Microsoft, Google e Amazon), ao proporcionar aos Empreendedores “Capital Conhecimento”. Isto porque, é nestes estágios iniciais, em que as empresas se debatem com um elevado grau de concorrência, que o «Saber Fazer», as redes de contactos nacionais e internacionais e, principalmente, a credibilidade atribuída às «Ideias» proporcionados pelo investidor, se afiguram vitais para que estas consigam manter o seu espaço contínuo pela inovação, produtividade e competitividade tão decisivas para a geração de lucros e conquista de um mercado cada vez mais competitivo e exigente.
Em face disto, caberá, então, aos Empreendedores que possuam determinadas características diferenciadoras, seja concretamente ao nível do produto ou serviço que pretendem lançar (inovação tecnológica, originalidade, etc) seja em termos do projecto de investimento globalmente considerado, ponderação pormenorizada sobre os riscos a assumir e as expectativas de benefícios, e que encarem seriamente o recurso a este instrumento de financiamento empresarial, como um mecanismo viável para a criação de uma adequada estrutura de capitais próprios. Estrutura esta, indispensável ao financiamento, entre outros, da investigação, do reforço de quadros qualificados, da marca, ou seja, dos factores de diferenciação que permitam não só fazer frente à concorrência, a que diariamente a indústria tradicional se encontra sujeita, mas que, acima de tudo, permitam responder às necessidades dos compradores em constante mutação, através de uma atitude de inovação permanente.


4- Depreendo, das suas palavras, que a inovação seja um factor crítico de sucesso no capital de risco? De que forma?

Reconhecendo que em cada dez investimentos de capital de risco efectuados nos estágios iniciais, apenas dois ou três sobrevivem como negócios auto-suficientes e bem sucedidos e apenas um atinja uma dimensão significativa, facilmente se torna compreensível que os investidores privilegiem os projectos onde o prêmio seja grande em caso de sucesso. Ora este facto faz com que os projectos que combinem um boa equipe de gestão e tecnologia sofisticada, mesmo com um modelo de negócio ainda não testado no mercado ( como foi o caso dos celebres exemplos da Microsoft, Intel, Google,Amazon, Apple) criem grande expectativa junto dos investidores pois estes conseguem ver nestes negócios a oportunidade de tomar uma participação numa empresa que em caso de sucesso poderá vir a gerar mais valias consentâneas com os riscos enormes que assumem.
Naturalmente que uma economia “Karaoke” onde abundam as cópias, como é aquela em que actualmente vivemos, só os projectos que se baseiem na criatividade e na inovação estarão em condições de vir a alcançar o interesse dos investidores e com estes atingirem uma eventual saída nos mercados bolsistas através das quais possam ser recompensados dos elevados riscos assumidos nos seus investimentos.


5- O que é que falta para que o investimento "seed" e "start-up" passem a ser uma realidade em Portugal? (Em primeiro lugar gostaria que fizesse uma breve introdução ao que cada um destes conceitos querem dizer)

Começando por esclarecer, embora de forma sucinta, o conceito de investimento “seed” e “start up” como estágios de apoio ao crescimento de empresas, importa referir que “Seed Capital” significa o financiamento na fase de concepção do produto / serviço, e “Start-up” significa o financiamento de capital inicial na fase de lançamento do produto / serviço no mercado.
A alteração dos factores inibidores do desenvolvimento da actividade de Capital de Risco em Portugal, sobretudo nas fases seed e startup passa, no meu entendimento, pela verificação das seguintes condições:
- Uma adequada divulgação, junto de empresários e Empreendedores, não só das vantagens e possibilidades que esta alternativa de financiamento permite, mas também pela sensibilização para os aspectos intangíveis - como a experiência, o acesso a uma rede de contactos nacionais e internacionais, e, principalmente, a credibilidade conferida às “Ideias” – os quais na minha opinião assumem tanto ou mais valor do que todas as vantagens que os recursos financeiros podem proporcionar;
- Uma maior consciencialização por parte dos Empreendedores para a necessidade de profissionalizarem os seus processos de angariação de Capital de Risco. Para conseguir financiamento, o empreendedor necessita, em primeiro lugar, de saber o que efectivamente os investidores pretendem, pelo que será totalmente imprudente e desprovido de razoabilidade aproximar-se destes sem que tenha tentado obter primeiro informações sobre a forma como actuam no mercado, e, para isso, nada melhor que entrar em contacto com entidades especializadas nessa actividade, a exemplo do que os Empreendedores fazem quando têm um problema e consultam o Advogado, com vista à obtenção dos esclarecimentos adequados para esse efeito.
- Criação de fundos de Capital de Risco Universitários, potenciando o acesso directo das Universidades a fundos de capital semente que lhes permita aplicar os resultados da pesquisa científica em novos negócios e/ou produtos. Veja-se, a exemplo, o Fundo de Capital de Risco Universitário constituído em Espanha, em Agosto do ano passado, com a participação de 16 Universidades, tendo sido dotado com doze milhões de euros, com o objectivo de participar como capital semente em áreas de alto crescimento e iniciativas empresariais de base tecnológica no âmbito universitário;
- Aproveitar os investimentos (mais de 544 milhões de Euros) que o nosso país precisa de realizar na área da Sociedade da Informação, como alavanca para a dinamização das start-ups que apresentem produtos ou serviços que possam vir a satisfazer parte das necessidades relacionadas com o E-Government, a exemplo do que ocorre nos EUA onde a NASA é a alavanca para as start-ups americanas, ao afectar às mesmas cerca de 20% do seu orçamento anual;
- Realização de um Concurso Nacional de Planos de Negócios, destinado a incentivar a criação de empresas inovadoras no âmbito das tecnologias de inovação. Denote-se que, em França, este Concurso, que possui um orçamento anual de 30 milhões de Euros, já vai na sua quinta edição e permitiu, em quatro anos, constituir 466 empresas e criar mais de 2300 postos de trabalho.


6- Qual é a importância, para o sector do capital de risco, de projectos como o cluster tecnológico de Ponte de Lima?

O cluster tecnológico de Ponte de Lima, instalado nesta região pela Cobra Tecnologia, fabricante de computadores controlada pelo Banco do Brasil, assume particular importância para o sector de Capital de Risco em Portugal, ao afirmar-se como uma “fonte” de start-up’s de capital intensivo e com elevado potencial de crescimento, permitindo, assim, o desenvolvimento de um conjunto de empresas de Tecnologias de Informação (integração de sistemas, outsourcing, software livre, equipamentos de elevado valor acrescentado, aluguer de soluções, e-government, call centers...) focalizadas em nichos de mercado pouco explorados em Portugal.
Denote-se que a vantagem da aposta em clusters reside na sua forma diferenciada de organizar a cadeia de valores que estimula o relacionamento e a comunicação entre empresas de uma mesma região, a actuarem sinergicamente, sob um mesmo direcionamento estratégico. Tal competitividade manifesta-se ao aumentar a Produtuvidade, ao potenciar a Inovação e ao estimular a formação de novos Negócios.
Assim, Portugal, e em particular o sector de capital de risco português, só terá a ganhar com a instalação deste tipo de centros de tecnologia em regiões portuguesas, pois além de permitir criar postos de trabalho qualificados, gerar emprego e criar riqueza, irá seguramente ajudar a cimentar no nosso pais a chamada região do conhecimento e das tecnologias de informação e criar um ponto de partida para a construção do conceito “Silicon Valley” nacional.
Todavia, poderíamos, a exemplo do que este país irmão está a criar em Portugal, aproveitar também o ambiente altamente potenciador do desenvolvimento de start-ups no Brasil. Recorde-se, entre outros factores diferenciadores, a existência neste país de 207 incubadoras em operação e 33 parques tecnológicos, facto este que se revela como uma enorme oportunidade para as empresas portuguesas.
A este propósito, ainda esta semana um dos responsáveis do Banco Mundial, Jeffrey Lewis, ao passar por Lisboa para divulgar o relatório “Global Development Finance”, lançou a recomendação de que “Portugal deverá aproveitar as oportunidades que surgem a nível global e investir nos países que potenciem o crescimento. Um desses países será certamente o Brasil.” A par disso, mais referiu que “ … O Brasil assegura muitas oportunidades a um país como Portugal, dadas as fortes ligações bilaterais que há entre os dois”. Obviamente que esta é uma recomendação deveras oportuna!
Aliás, neste sentido, tenho vindo insistentemente a defender- na linha do que o Senhor Professor Ernâni Lopes sempre afirmou- há já algum tempo a necessidade urgente de se aprofundar as relações de Lusofonia, assentes numa articulação lusa composta por Portugal, Brasil e África Lusófona, a qual optei designar– atentas as oportunidades sobremaneira evidentes - por “triângulo virtuoso”.
Referindo-me concretamente ao Brasil – cuja reflexão se coloca aqui a propósito da pergunta formulada - importará, nomeadamente, fomentar o recurso a adequados programas de intercâmbio luso-brasileiro entre pequenas empresas instaladas nos centros de incubação e parques tecnológicos, através de fundos de capital de risco criados por parcerias publico-privadas de ambos os países, para promover a troca de conhecimento científico, tecnológico e comercial que permitirá obter uma oferta mais consistente a outros mercados mundiais, como por exemplo o grande mercado da China, cujo alcance por parte de Portugal dificilmente ocorrerá sem o estabelecimento prévio de alianças geoestratégicas com os países Lusófonos.
Por tudo isto, cumprirá então concluir que … não há tempo a perder!


7- Qual o principal objectivo do 5º Congresso Internacional de Capital de Risco? Que resultados já foram alcançados ao longo deste período?

O grande objectivo que tem presidido à realização anual, por parte da Gesventure, do Congresso Internacional de Capital de Risco, consiste em prestar um forte e empenhado contributo para a dinamização do sector de Capital de Risco em Portugal, maxime através da promoção do investimento na Inovação e na capacidade criativa dos empreendedores portugueses, tal como o comprova o facto deste Evento já ser conotado como a grande referência do financiamento das empresas que apresentam características de elevado potencial de crescimento e de valorização, independentemente do seu estágio de desenvolvimento ou sector de actividade.
Quanto aos resultados alcançados, refira-se que além de ter provocado no sector uma significativa abertura, quer em termos de divulgação e discussão, por parte de especialistas de referência nacionais e internacionais, das best pratices mundiais, assume igualmente particular importância o facto de três empreendedores terem conseguido angariar para os seus projectos, em fase “seed” e “start-up”, cerca de 3 milhões de Euros, junto da comunidade de Investidores presentes no decorrer do 4º VCIT. Além disso, o sucesso alcançado nestes Eventos tem vindo a ser manifestamente reconhecido, quer por parte de entidades públicas quer privadas, as quais começam também a introduzir nas iniciativas por si desencadeadas a metodologia aplicada nos nossos Eventos, com todos os efeitos positivos daí decorrentes para os jovens Empreendedores portugueses.


8- Quais as principais expectativas para este ano?

Considerando a forte aposta da Gesventure em conseguir este ano mobilizar até Portugal figuras de grande vulto mundial, como sejam Professora Mannie Manhong Liu, (Vice-Presidente do Instituto de Venture Capital da China), João Paulo Poiares Baptista (Presidente da Associação Brasileira de Capital de Risco), François Bernardeau (Presidente da Natexis, actualmente a maior Sociedade de Capital de Risco francesa), Chris Curtis (o Guru canadiano do Empreendedorismo, presente pela terceira vez em Portugal) Gerry Cater ( Wilmer Cutler Pickering Hale and Dorr) e Julie Logan (Simfonec), para além de especialistas portugueses de reconhecido mérito, designadamente o Engº Mira Amaral, perspectivamos que a abrangência deste Congresso venha a descompartimentar-se, extravasando o perímetro de abordagem e discussão circunscrito aos quatro cantos da sala do Congresso, por forma a repercutir importantes reflexos na Economia nacional, numa altura em que as empresas portuguesas precisam de estimular agressivamente a sua criatividade interna para melhorar os seus níveis de desempenho nos mercados nacionais.
Além disso, esperamos que um número maior de Empreendedores, previamente seleccionados pela Gesventure para participação no “Elevator Pitch”, venham a alcançar financiamento que permita o crescimento das suas empresas, através das reuniões privadas com Sociedades de Capital de Risco, Business Angels e Grupos Económicos que irão estar presentes ao longo dos dias de Congresso, contribuindo assim com o seu exemplo para que em novas edições o número de potenciais candidatos venha a reproduzir-se significativamente.
Finalmente, esperamos que para os Investidores, nacionais e internacionais, esta iniciativa se converta numa boa oportunidade para os mesmos virem a identificar junto de mais de uma quinzena de empreendedores presentes, projectos empresariais com força suficiente para causarem a diferença no mercado.


9 - A Gesventure foi a primeira empresa no sector de capital de risco a ser certificada ISO 9001:2000. Porque foi tomada essa decisão?

Foi tendo como principal orientação a multiplicidade de desafios que nos tempos actuais se colocam às Organizações e a relevância da Qualidade como alavancas para a melhoria do desempenho das mesmas, que a GESVENTURE tomou a decisão de estabelecer e implantar um sistema para assegurar a gestão integrada da Qualidade de acordo com os referenciais NP EN ISO 9001:2000.
Efectivamente, sendo a Gesventure um fornecedor de serviços especializado na angariação de capital de risco, a qual envolve o desenvolvimento de um elevado espírito de parceria, através de estabelecimento de um relacionamento estreito, e o desenvolvimento de relações privilegiadas e duradouras quer com Empreendedores quer com Investidores, afigura-se, por isso mesmo, indispensável manter um Sistema da Qualidade que assegure a credibilidade e confiança mútua que deverá ser estabelecida e mantida numa estrutura triangular composta pela Gesventure, os Promotores do Projecto e o Investidor, para que, por um lado, possa com sucesso perspectivar os negócios dos Empreendedores a quem presta serviços de valor acrescentado e, por outro, capitalizar junto dos Investidores os recursos (financeiros, técnicos e humanos) necessários ao sucesso dos mesmos.


Fonte: Revista Qualidade
 

 

Copyright Gesventure 2005 - Todos os direitos reservados