Lisboa, 25 e 26 de Maio

 

  

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  CONCEITO
 
Com as recentes e significativas transformações conjunturais, nomeadamente um novo quadro legal e fiscal regulador da actividade de Capital de Risco, é hoje inegável que o ambiente de inovação financeira favorável à sensibilização dos empreendedores para o recurso a Capital de Risco enquanto elemento fundamental no financiamento das suas iniciativas, quer estas se encontrem em fase de startup, quer de desenvolvimento, está diferente para melhor comparativamente ao passado.

Contudo, os empreendedores, não só em Portugal, mas por toda a Europa, continuam a confrontar-se com dificuldades na procura de financiamentos para os seus projectos. Para uma startup acabada de criar conseguir o 1º round de capital pode ser uma tarefa bem penosa. Enquanto que, para empresas já em actividade, e em fases de Capital Expansão, as dificuldades não diminuem, neste caso para assegurar as próximas rondas de financiamento. O trabalho e a negociação com os capitalistas de risco (VC’s) pode ser muitas vezes um processo frustrado.

No entanto os negócios continuam a processar-se, como o comprova o Indicador Gesventure já na sua 6ª Edição, e existem vários exemplos de sucesso do trabalho conjunto de empreendedores e VC’s. É através da divulgação de algumas destas histórias, e do testemunho directo dos responsáveis por este sector (investidores, consultores, empreendedores,..) que ficamos a conhecer um pouco melhor as chaves para o sucesso.

Importa por isso estimular e apoiar o aparecimento de empresas competitivas, e difundir os diversos instrumentos actualmente existentes, nomeadamente os que resultam do Programa Prime, bem como divulgar as best practices no relacionamento com os parceiros financeiros.

Ao escolher o Gap “Investidores / Empreendedores” como foco para o 4º Congresso Internacional de Capital de Risco, a Gesventure pretende por um lado desmistificar o relacionamento investidores/empreendedores e por outro apontar os caminhos para que esse gap seja cada vez menos notado.

Só fazendo com que cada um dos players neste mercado saiba o que pode e deve esperar de todos os outros intervenientes, será possível fazer crescer o empreendedorismo em Portugal e possibilitar aos investidores aplicar os seus fundos (neste momento bastante capitalizados) em projectos que reúnam as condições desejáveis e desejadas.

Não adianta ter Capital de Risco se não existirem ideias e empreendedores. Pouco adianta se existirem ideias e empreendedores se não houver Capital de Risco. Assim como não adianta existir quer uma, quer outra coisa, se ambos não forem capazes de “falar a mesma linguagem”.

Os empreendedores e suas equipas de gestão têm de saber focalizar o seu negócio, todos têm de estar comprometidos com o projecto, e têm fundamentalmente que provar que têm um negócio rentável com uma estratégia sustentada a longo prazo.

Para atrair capital nos dias de hoje, é necessário demonstrar que o projecto nasceu de uma oportunidade de mercado, que está por suprir e que actualmente é um problema, bem como que o projecto está construído para criar valor nesse nicho.

Geralmente os VC’s gostam de ter acesso aos melhores Planos de Negócio, com a melhor equipa de gestão, e que se ajuste exactamente à sua visão e portfolio.

Responder a questões como:
- Devem as empresas ser selectivas na escolha do investidor ?
- Como é que deve ser assegurada uma boa relação com o investidor ?
- Para além de capital que outros contributos pode o investidor trazer à startup ?
- Como é que se consegue conciliar a estratégia de L/P da empresa com os objectivos do investidor ?

é outro dos objectivos deste VCIT, que se pretende que continue a cultivar, desenvolver, manter, atrair talentos e proporcionar que esses mesmos talentos criem e protejam o Novo Conhecimento, assente naquilo que entendemos ser a forma de financiamento da nossa Era – o Capital de Risco.

Só assim, poderemos fazer rejuvenescer e modernizar a nossa estrutura empresarial, catapultando-a para a 1ª linha da Europa.


Francisco Banha
C.E.O. da
Gesventure
fbanha@gesbanha.pt
 

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