Lisboa, 21 e 22 de Maio

 

  

 Porque deve vir

   

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Intervenção do Dr. Amílcar Theias

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  PORQUE DEVE VIR
No contexto das significativas transformações conjunturais em curso, designadamente um novo quadro legal e fiscal regulador da actividade de capital de risco e a criação de Fundos de Sindicação de Capital de Risco, é hoje constatável um ambiente de inovação financeira favorável à sensibilização dos empreendedores para o significado do recurso ao Capital de Risco como elemento fundamental no financiamento das suas iniciativas quer estas se encontrem em fase de start-up quer de desenvolvimento.

Importa por isso estimular e apoiar o aparecimento de empresas competitivas através da difusão dos diversos instrumentos actualmente existentes- programas Nest e Ideia, concursos de planos de negócios, Incubadoras, Tecnopolos, etc...- da promoção dos casos de sucesso, levados a cabo por jovens empreendedores nacionais e internacionais, do conhecimento das melhores práticas no relacionamento com parceiros financeiros e na criação da massa crítica favorável a uma cultura do empreendedorismo que por si mesmo poderá melhorar as condições dos empreendedores potenciais. 

Ao escolher o empreendedorismo como o foco do 3º Congresso Internacional de Capital de Risco procura-se dar visibilidade a uma das maiores riquezas do nosso País ainda relativamente pouco explorada: o potencial empreendedor dos portugueses.

A cultura de Portugal é a do empreendedor expontâneo, sendo que para atingir esse empreendedor expontâneo temos de dar recursos que os ensinem a vencer da mesma maneira que uma flor precisa de sol e um pouco de água para brotar na primavera.

Não adianta ter capital de risco, e neste momento os operadores públicos e privados encontram-se bastante capitalizados, se não existirem empreendedores a produzir inovação tecnológica, assim como não adianta ter o momento de génio na pesquisa se não existir capital de risco e processos para transformar essa descoberta em negócio.

A criação de uma rede nacional de Evangelização do empreendedorismo que permita que o desenvolvimento de Portugal se apoie na pequena empresa de base tecnológica cujo principal substracto é a aliança do conhecimento com o espírito empreendedor, terá de ser uma realidade a muito curto prazo em Portugal sob pena de o nosso país ficar cada vez mais pobre à medida que a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico aumentarem noutras regiões do globo.

É por isso que acredito que o futuro do Jovem Empreendedor Português não deve ser visto como algo longínquo , irrealizável, mas antes como um cenário que começa a ser construído no presente. 

Aqui e Agora...



Para dimensionar esta realidade e ponderar sobre as suas implicações na actualidade e no futuro de curto prazo , esta nossa iniciativa contará com a contribuição de especialistas portugueses, franceses, brasileiros, alemães e canadienses, empenhados em transmitirem as sua opiniões sobre as melhores “best pratics” que tem vindo a ser utilizadas quer pelos países mais evoluídos quer pelas empresas que fazem a diferença nos mercados internacionais.

Serão temas deste nosso 3º Congresso , entre outros: o momento actual das tecnologias, dos investimentos e do capital humano; o estado da arte na indústria de capital de risco nacional e internacional; a nova dinâmica da economia brasileira; a oportunidade crescente da saúde e da biotecnologia como destinatário dos investimentos do capital de risco; a criação em Portugal do vírus do empreendedorismo ; a importância da dinamização dos parques tecnológicos e a sua ligação ao capital de risco; as mais recentes prioridades das políticas e acções governamentais ao nível da promoção e do desenvolvimento económico; 

Considero, assim, que este 3º Congresso Internacional de Capital de Risco ao cultivar, desenvolver, manter, atrair talentos e proporcionar que esses mesmos talentos criem e protejam o novo Conhecimento...que pode fazer surgir novas empresas, representa mais uma vez um contributo significativo para que o Capital de Risco desempenhe em Portugal um papel cada vez mais importante no financiamento da actividade económica e , em particular, no rejuvenescimento e modernização da estrutura empresarial.


Francisco Banha
C.E.O. da
Gesventure
fbanha@gesbanha.pt

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